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Mostrando postagens com marcador fundamentos do desenho. Mostrar todas as postagens
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06 março, 2010

Desenho de Observação

Começamos quarta (03/03/10) com as aulas de Desenho de Observação – minhas amadas aulas práticas – como sempre estou cheia de expectativas, mas realidade não sei o que espero, talvez não seja expectativas, talvez seja ansiedade, pois não sei exatamente o que espero das aulas.
Para a surpresa de todos as aulas não vão ser mais com o prof. Renato (mesmo do FD), quem vai dar as aulas vai ser a Ana L. Beck. Foi engraçado o momento que o Renato nos comunicou essa notícia, estávamos sentados em uma meia roda, e o Renato estava de pé diante de nós, em um ensaio de palavras e uma leve pausa para aumentar o suspense ele disse o nome do professor.. a expressão da maioria era “caiu os butiás do bolso”. Fran e Eu ficamos numa mistura de sentimentos do tipo surpresa com risos abobados.

É engraçado ver que a Ana é bem, digamos assim... impactante. Não acho isso negativo mas não sei se é positivo, apenas faz parte do perfil dela.. abalar as pessoas e conceitos, ahuahuahuhua.


bah, vcs gostam... gostam de maldades”, foi algo do tipo que nosso colega falou para nós quando falamos o porque gostávamos das aulas da Ana – piadinhas internas – na realidade gostei de ter ela como professora, as aulas dela rendem horrores para mim.. em todos os sentidos. Pelo jeito que falo da Ana, parece até bajulação (talvez seja) mas é que de fato, as aulas dela sempre rendem boas polemicas, conversas de bar, formação de opiniões e destruição de outras.

Bom, então começa agora o diário das aulas de DO... \o

27 dezembro, 2009

Trabalho Final de FD

Como ultimo trabalho, o professor pediu que fizéssemos um desenho livre.

Passamos tanto tempo desenhando o que ele queria, que quando foi livre, tive um bloqueio de idéias, as únicas coisas que vinham na minha cabeça eram cubos e cadeiras (aauuhahuahua). Em casa comecei o desenho que deveria ter feito em aula, num momento extremamente sem criatividade, resolvi deixar a mão ir sozinha, no final, até gostei do que saiu...
Desenhei os rostos a caneta, assim não corria o risco de ficar 'tentada' e apagar tudo, depois passei a pena nos olhos.. com o principal do desenho feito, a criatividade veio em partes. Atualmente ele não esta pronto, quando estiver, eu posto o resultado final aqui.




Serio, gostei muito dele, não é um Picasso e também está longe de ser o meu melhor desenho, mas gostei, alguma coisa falta(ainda).. mas me sinto feliz por ter desenhado ele.

alguem tem alguma ideia para continuar?
mordidas ***

23 dezembro, 2009

Museu de Biologia

Já que tínhamos enchido o saco do ‘sor’, falando que não agüentávamos mais desenhar cubos e cadeiras, atendendo a pedidos, ele nos levou para o museu de biologia da ULBRA, lá ele pediu que procurássemos elementos para poder usar no futuro em algum trabalho.

Achei engraçada essa aula, todos os meus desenhos saíram uma ‘coisa’, mas foi tão divertido desenhar lá que nem me preocupei com isso. Enquanto nós desenhávamos, pessoas aleatórias paravam nas janelas para tentar ver o que estávamos desenhando, comentei com a Fran que estava me sendo um ET sendo exposto para pessoas normais admirarem, por um breve momento me senti no lugar daqueles bichos e pedras do museu *sentimento estranho que lembra ironia*.

É espantoso ver a reação das pessoas diante da nossa turma que tava tentando desenhar, obvio que eu e outros estávamos mais de palhaçada do que trabalhando, mas isso não diminui o fato de que o olhar de curiosidades dos outros me irritava.. tirando isso tudo foi muitooo legal.




Ps: as borboletas e insetos são tão lindos ao vivo, são mais encantadores do que nas fotos que tinha visto no computador, todos babamos por eles. Pena que minhas fotos foram tiradas com a câmera do celular, as cores são mil vezes mais vivas e brilhosas. *u*

 
 

Nós humanos somos tão feios comparados com outros animais, porque não nascemos com cores tão perfeitas?

mordidas ***

22 dezembro, 2009

Desenhos de observação

Finalmente terminou as aulas do segundo semestre, infelizmente estou vendo que não cumpri com o meu objetivo de fazer deste blog um diário sobre minhas aulas, mas agora nas férias vou tentar por ele em dia.

Após o inicio dos desenhos de observação, acho que o professor viu uma grande dificuldade da turma em aplicar o que já tinha sido feito nos trabalhos anteriores nos trabalhos atuais, com isso começamos uma seqüência de aulas (chatas) onde deveríamos desenhar cubos, cilindros, vasos e cadeiras. Passamos quase todo o restante das aulas desenhando isso, volta e meia ele ligava o retro projetor sobre a bancada que estava sendo desenhada e dizia para aplicamos a luz e sobra que víamos.





Na realidade, para mim, essas aulas serviram para aprender a desenhar o ângulo que estamos vendo. Como conhecíamos os objetos, temos a tendência de desviar o olhar e desenhar pela 'memória', essas aulas me ajudaram a corrigir vários erros nesse sentido, percebi que meus desenhos de observação se tornaram ao longo do tempo melhores... mais fieis ao que se via, ainda não estou 100% (acho que nunca vou estar), mas me sinto melhor comparando com o inicio... bem melhor.




Aulas de observação são meio maçantes, porque parece que não estamos sendo criativos, tudo que desenhamos parasse ser tão....tão.... parnasiano, segundo o meu professor é “acadêmico”, mas deixa quieto.

essas aulas foram para aperfeiçoar nossas 'tecnicas' de luz e sombra, volume, profundidade e ângulo. (acho)
mordidas ***

12 dezembro, 2009

Direção das Linhas

Não me lembro com exatidão a sequência das aulas depois do inicio das atividades de observação, mas me lembro que o um comentário do professor sobre a direção das linhas, fez com que ele nos levássemos para fora dos ateliês e fizéssemos desenhos na rua. \o/

Como o tempo, nos últimos dias, tinha colaborado e agora tínhamos também tempo de pegar um pouco de luz que restava do fim de tarde, fomos para beira do lago da ULBRA para desenharmos troncos de árvores (para desespero de alguns colegas que sonhavam desenhar a paisagem). Lá o professor pediu que observássemos os troncos das arvores e tentássemos desenhar eles dando forma, luz e se conseguisse textura.
Tirando as distrações que o ambiente nos proporcionava, foi uma das aulas que mais gostei, achei divertido ir para rua com um bloquinho para desenhar, mesmo achando que a aula não rendeu muito em questão de produção (hahaha). Eu e meus colegas somos divagar (quase parando) em relação a desenhar, isso prova que falta mais prática.



Sempre me lembro da Fran falando uma verdade que serve para quase todos da nossa turma: “só desenho aqui na aula”. Uma atitude que deveríamos mudar se queremos levar a serio essa carreira.

Mudando um pouco de assunto e voltando para as linhas, achei interessante a maneira sutil que o nosso professor usou para que percebêssemos a importância da direção das linhas. Antes da aula na rua, no blog da turma (Fundamentos do Desenho), o Renato postou algumas imagens conde o volume era dado apenas com linhas, não havia esfumaçado e ou diferença de tom... nada, era apenas linhas que se distanciavam e juntavam.

mapa de luz do contorno lateral de uma gestante


Na realidade, ter visto essa imagem me fez tentar aplicar isso no meu desenho do tronco da arvore, deixei visível as linhas que davam forma ao tronco para tentar dar mais volume, não ficou 100% mas até que gostei do resultado.

Mas um fato surge para me atormentar: Preciso praticar mais.
mordidas ***

09 dezembro, 2009

Profundidade e Volume

Estou no final das aulas de Fundamentos do Desenho, mas não consegui postar muito sobre o que vi e aprendi, foram poucos trabalhos que comentei aqui, mesmo assim tentarei postar um pouco de todas as aulas que tive.

Logo após os trabalhos de recortes e dos desenhos onde tentamos aplicar profundidades e tons, começamos as aulas de observação. Para mim, essas aulas que seguiram mais pareceram um teste, onde seriamos avaliados pelo o que tínhamos aprendido anteriormente. Será que conseguiríamos aplicar num desenho “realista” o que tínhamos praticado anteriormente? Começamos ai uma nova etapa das aulas, o trabalho agora era fazer florescer nossa percepção diante do que víamos, deveríamos perceber a luz e os tons dos objetos para poder aplicar profundidade e volume.

O prof. Renato trouxe alguns objetos orgânicos como cascas de semente, sementes, galhos e folhas secas, para escolhermos e desenharmos. Deveríamos fazer desenhos de vários ângulos do objeto escolhido, ele também pediu que usássemos outros matériais alem do grafite. Eu usei grafite, caneta e tinta.
Eis os resultados: (ps: não gostei dos meus desenhos)




Nesse trabalho o professor comentou que para linhas do fundo do desenho devemos deixar os traços mais claros e menos nítidos, para objetos mais perto devemos manter os traços de tonalidades mais escuras, assim podemos ter um efeito de profundidade. Comentei que eu usava o contrario, deixava os traços mais claros na frente e os escuros para o fundo, fiquei me perguntando se fazia errado.
Quando cheguei em casa fui procurar nas imagens que tenho salvas no computador, fui ver como outros artistas se comportavam diante desse problema, vi que na realidade não há uma solução certa ou errada, como disse o meu professor “é uma receita de bolo”, mas ninguém precisa seguir a risca a receita para dar certo.




mordidas ***

29 outubro, 2009

Frotagem, Recortes e Profundidade

Bom, dando continuidade ao meu 'diário' das aulas da faculdade.. depois do ultimo trabalho ( postado anteriormente), o professor Renato propôs o seguinte:

Primeiro faríamos um trabalho de recortes de revistas e frotagens*, depois colaríamos nossos recortes em uma meia folha de oficio, um com as imagens da revista e outro com as frotagem que tínhamos produzido anteriormente.. Procuramos imagens sempre em tons P&B, evitando figuras, procurando também variar as texturas, os recortes eram irregulares e de diversas formas, colamos as imagens umas por cima das outras.

Esse foi mais um trabalho que achei sem lógica e objetivo aparente, mas acho interessante salientar que depois das aulas, normalmente paro para analisar o que o professor aplicou, para meu espanto, até que as aulas não são idiotas, (hahahahaha) de certa forma, é estranho perceber que os exercícios que eu achava bobos, na realidade são exercícios que nos preparam para os Desenhos de Observação.




O que não gosto das aulas (momento da crítica) é não saber exatamente o porque estou fazendo determinada atividade, acho que isso faz com que alguns alunos encarem de má vontade e ou não dêem valor adequado ao que está sendo proposto. Sei que alunos não devem contestar seus professores sobre os métodos de ensino que são aplicados, afinal, são profissionais nessa área, sabem (pelo menos deveriam) o que fazem, mas essa é a minha opinião.

Sabe, ando olhando as aulas sempre com uma visão pessimista, devido alguns acontecimentos com alguns colegas, deveria confiar mais nas atividades do que ficar apenas críticando. Bom, estou trabalhando nisso.

*Para quem não sabem frotagem é uma técnica que desde pequenos usamos nos trabalhos de arte da escola, quem nunca pegou uma moeda, botou embaixo de uma folha e riscou por cima? Pois é, é isso!

A palavra “Frottage” é de origem francesa - frotter, que significa “esfregar”. Consiste em colocar uma folha de papel sobre uma superfície áspera, que contém alguma textura, e esfregá-la, pressionando-a com um bastão de giz de cera, por exemplo, para que a textura apareça na folha.

Usando a frotagem podemos preencher e usar texturas nos nossos trabalhos, usando recortes, preenchendo fundos, usando varias texturas umas por cima das outras com cores diferntes ou não.

Continuando...

Depois de pronto as colagens, o professor pediu que fizéssemos quatro desenhos, copiando uma pequena parte do outro trabalho feito anteriormente (os da colagens), todos feitos com grafite.

Uma aula depois, o professor pediu que fizéssemos uma criação com base nos desenhos anteriormente feitos. Não necessariamente precisava ser uma copia, mas que usássemos os elementos dos recortes, desta vez usaríamos uma folha A1 (?), poderíamos usar, tinta, pastel grafite, caneta, lápis, o que quiser, eu usei só grafite (como sempre). Deveriamos dar volume aos elementos desenhados.

Nesta aula descobri que odeio folas A1, e odeio mais ainda quando o professor pede para nós 'preenchermos' toda folha. Só sinto isso porque na tenho o costume de terminar um desenho e muito menos usar uma folha tão grande, outra coisa que estou tentando mudar.



O que antes era um pensamento pessimista se transformou em expectativa, pois as aulas tem me ajudado, pelo menos estou tendo mais facilidade para desenvolver meus desenhos.

mordidas ***

21 setembro, 2009

Profundidade e Tons (!?)

Quem nunca teve uma crise de raiva e riscou o papel tantas vezes das mais diversas formas? No segundo trabalho de aula que tivemos, a proposta foi mais ou menos essa. O professor pediu que riscássemos a folha, que não tentássemos produzir algum tipo de forma ou figura, apenas riscasse, variando a pressão e o jeito de usar o lápis (inclinado, reto, deitado).

No começo me senti uma idiota fazendo aquilo, no mínimo uma maluca que risca sem objetivo, fiquei me perguntando o porque de fazer aquilo, mas aos poucos fui lembrando dos meus cadernos, cadernos que minha mãe me dava para riscar. são folhas e mais folhas riscadas, não tem figuras nem formas, apenas rabiscos. tenho cadernos de quando eu tinha 2...3 anos.... todos riscados, nenhum objetivo aparente naquela atitude. *sniff*

Depois de alguns tempo riscando na folha, achei engraçada a lembrança que tive, relacionei ela com a aula que estava tendo. A primeira coisa que fazemos quando queremos aprender a desenhar é riscar, riscar sem compromisso, sem vergonha, riscar como um 'lunático'.

O que foi que eu fiz quando eu peguei um lápis pela primeira vez na minha vida?
(isso aconteceu quando eu não tinha nem noção da minha existência)

Porque deveria esperar mais dos primeiros trabalhos da aula? Oras, começamos sempre pelo básico, começamos pelo inicio, não pelo meio e nem pelo fim. No final o trabalho não era tão idiota como eu imaginava.



minha obra prima ¬¬'


Depois de ter feito a primeira atividade, o professor pediu para que observássemos nossos trabalhos e tentássemos produzir em uma folha menor os tipos de traços que fizemos. *eis o meu drama*. Me vi frustrada diante do meu trabalho, meus traços não tinham grande variedade de cor, textura, pressão, direção, etc.. segundo o meu professor meu desenho também era muito ‘aéreo’(?). Entendi e não entendi esse comentário. u.ú
Esse trabalho me fez perceber que ao longo do tempo, minha tentativa de controlar meus movimentos e tornar meus desenhos mais homogêneos (sempre no mesmo jeito), fez com que eu perdesse boa parte dos meus ‘tipos’ de linha.



roubei de alguém, mas essa era a ideia (acho eu) da atividade proposta.


Logo depois desse trabalho, ele (professor) pediu que fizéssemos um desenho usando uma escala de tons que já tínhamos feito com grafite, novamente pediu para que evitássemos figuras e formas..
No começo do desenho achei que não conseguiria fazer um trabalho bonito (‘odeio’ arte abstrata), logo no inicio fiquei frustrada com meu desenho, pensei em até em descartar ele e fazer um novo, mas por pura preguiça de começar tudo novamente, resolvi terminar o que tinha começado, para minha surpresa até que não ficou ruim, superei minhas expectativas. Com essa atividade notei que tenho dificuldade de fazer vários tons com mesma cor, mas sinto que melhorou alguma coisa dentro de mim fazendo esse trabalho, pelo menos agora estou descobrindo minhas dificuldades...





Observação:

1. Click na imagem que ela amplia
2. o primeiro desenho é o meu ^^
3. Alguns trabalhos da turma; não consegui tirar uma foto de todos porque estava tirando foto com o celular *pobre*
4. Prof. Renato e colegaas...

ignorem, mordidas ***

12 setembro, 2009

Na caaaaara! Aulas de F.D.

No meu segundo semestre comecei as tão esperadas aulas práticas (Fundamentos do Desenho). Idealizei e sonhei diversas vezes com esse momento, dentro e fora da faculdade, momento onde poderia (vou) aperfeiçoar o que sei e o que aprendi sozinha, onde teria colegas que compartilhariam dificuldades e conhecimentos, onde começaria a formar laços de amizade com pessoas que tem um mesmo interesse ‘comum’.
Não sei se idealizei de mais tudo, mas não está sendo exatamente como imaginava. Entenda que não estou dizendo que não gosto das aulas ou dos meus colegas, mas sim que as coisas não são do jeito que imaginei. Isso de fato não é ruim, adoro coisas que me surpreendem, acho que se as aulas fosse do jeito que eu esperava, acharia elas um tanto quanto monótonas e me sentiria frustrada de qualquer jeito.
Vamos ver o que aprendo até o final.

Comentários da primeira (?) aula:

Em uma folha desenhamos e escrevemos (peno menos eu fiz isso) ‘o que nos levou a percorrer o caminho da Arte’, o que nos incentivou e ou levou nós estarmos ali, na faculdade cursando Artes Visuais, querendo aprender e a conhecer melhor essa palavra um tanto quanto confusa para alguns, até mesmo para nós.
Após terminar o meu trabalho, parei para observar os dos meus colegas. Chamou-me a atenção o desenho de minha colega, que anteriormente havia me pedido a borracha emprestada, ela havia desenhado um palhaço, com traços simples e sem sombra, deixando a figura achatada, era um típico desenho de palhaço infantil, como eram traços retos e sem grande expressão, ela usara a borracha para apagar o vestígio do esboço que ela havia feito para desenhar tal figura.
Entregamos os nossos trabalhos.
A partir daí o professor começou a fazer alguns comentários, aparentemente inocentes, que mais me pareceram ‘tapas na cara’ (piadinha interna) em alguns colegas, me envergonho do que senti diante disso, senti um pouco de satisfação.

Primeiro tapa na cara que senti foi quando o professor comentou o seguinte: não devemos usar ‘tanto’ a borracha, se Leonardo da Vinci deixava seu esboço, porque deveríamos apagar os nossos? Através deles podemos ver onde esta a nossa maior dificuldade em reproduzir o que queremos, vemos onde mais tivemos dúvidas, é uma maneira de saber onde estamos errando.
Não foi exatamente isso que ele falou mas foi essa idéia que ele me passou.

Segundo tapa na cara, foi quando ele pediu para que lêssemos o artigo “Desenhos estereotipados: um mal necessário ou é necessário acabar com este mal?” de Maria Letícia Rauen Vianna. Esse texto mais me pareceu um ‘cutuco’ em nós (alunos) pelos trabalhos anteriormente apresentados a ele (professor), pois como tinha contado anteriormente, minha colega (não só ela) havia feito um palhaço totalmente estereotipado.
A maneira que ele ‘toca’ e ‘critica’ os trabalhos de certa forma me incomoda, parece ser tão sutil e inocente o jeito que ele aborda o assunto, mas ao mesmo tempo parece ser uma crítica clara e nítida, quase como um tapa na cara... sinto como se fosse a qualquer momento ser apontada por um erro que cometi.
 


Tem coisas que podem se virar contra ti, mAuhauhUAHH . Desafio?

“Acorde criança... tu ta fazendo errado!!! te liga!!!”
MAUhAHuaUHAUHAUHUHAHUauh, gente, amei isso! imagina aplicar isso na escola.. os alunos apavorados com medo de serem o exemplo do erro e ou que os colegas percebam e aponte os erros cometidos, genial.

Ignorem. Bjos ;***